Lendas
O CABEÇA DE CUIA
O rio Parnaíba, "o velho monge" do poeta Costa e Silva, divisa de Maranhão e Piauí, guarda a lenda do Cabeça-de-cuia, a estória de um homem malvado, pescador do rio e que não respeitava a própria mãe . Um dia trouxe uns peixes para a velhinha "consertar", que é como se diz, naquelas bandas, do modo de preparar essa comida.
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Geografia do Maranhão
O Maranhão é Meio Norte
Dos Nove Estados nordestinos, o Maranhão é o que está mais próximo da região norte. Por essa razão, a parte noroeste do estado possui características físicas dessa região,
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História do Maranhão
Espanhois na Costa Maranhense
O litoral Maranhense já havia sido visitado por vários navegadores, antes do "descobrimento" do Brasil. Por exemplo, o navegador espanhol Vicente Pinzón já havia percorrido boa parte da costa norte e nordeste do Brasil
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Lendas & Misterios
LENDA DO PALÁCIO DA LÁGRIMAS
Na Rua de São João, de frente para a igreja sob a invocação do mesmo santo e fazendo canto com a Rua da Paz, antes que fosse edificado o imóvel que serviu de sede à Escola Modelo Benedito Leite e, posteriormente, à antiga Faculdade de Fármacia e Odontologia de São Luís, havia um vasto sobrado de três pavimentos e que, durante muitos anos, permaneceu em ruínas.
Correm, ligada a esse imóvel, diversas lendas, a principal das quais vamos reproduzir: dois irmãos portugueses resolveram "fazer a América" e vieram ao Maranhão. Um deles-Jerónimo de Pádua, comerciante e cujas atividades também compreendiam as de traficante de escravos-enriqueceu bastante, enquanto o outro jamais conseguiu sair da pobreza.
Praticado o nefando crime, e na posse dos imensos bens herdados de sua própria vítima, o fratricida passou a tratar os escravos com muita crueldade, notdadamente a amásia e os filhos de seu irmão assassinado.
Informado, certo dia, acerca de quem fora o verdadeiro assassino de seu progenitor, um dos filhos lançou-se, indignado, contra o tio e, de uma das janelas, arremessou-se violentamente à rua, provocando-lhe a morte súbita.
Descoberto o criminoso, e por ser escravo, foi ele condenado à morte na forca levantada em frente ao sobrado. Ao subir no cadafalso, o condenado proferiu, como últimas palavras, esta maldição:
- Pálacio que viste as lágrimas derramadas por minha mãe e meus irmãos! Daqui por diante serás conhecido como Palácio das Lágrimas.
E assim o sobrado passou a ser chamado.
Nos últimos anos do século passado o poeta Sousândrade, empenhado na criação de sua sonhada e frustada Universidade Atlântica(que depois rebatizou de Universidade Nova Atenas), pretendeu instalá-la no Palácio da Lágrimas, após trabalhos de restauração e adaptação que não conseguiu realizar.
Fonte..: Guia de São Luis do Maranhão de Jomar Moraes
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Igrejas
CAPELA DAS LARANJEIRAS
A capela de José das Laranjeiras, também conhecida como da Quinta do Barão ou do Barateiro, fica no final da Rua Grande e teve sua construção autorizada a 17 de abril de 1811. Erigiu-a o capitalista português José Gonçalves da Silva, cognominado o Barateiro, e que ao falecer, a 22.nov.1821, com a idade de 72 anos, era alcaide-mor da vila de Itapecuru-Mirim, governador da Fortaleza de São Marcos.
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