Lendas
O CAPELOBO
O monstro Capelobo parece-se com a anta, o maior animal da fauna brasileira, mas é mais ligeiro do que ela, e tem cabelos longos e negros e as patas redondas. O focinho lembra mais o tamanduá-bandeira e é esquisito que componha um corpo humano, naturalmente deformado, como convém a um ser extraordinário.
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Geografia do Maranhão
Pontos Extremos do Maranhão
Os pontos extremos do Maranhão, isto é, os pontos de deu território mais afastados do centro
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Lendas & Misterios
LENDA DA PRAIA DO OLHO D´ÁGUA
Uma das mais aprazíveis praias de São Luís, distante cerca de quinze quilometros do centro da Cidade, é a do Olho d´Água. Ainda hoje, apesar da existência de outras muitas igualmente belas e às vezes mais próximas do centro urbano, continua muito procurada pelos banhistas.
Entre o mar e o sopé do conjunto de dunas alvas, um vasto estendal de areia esbanja beleza e alvura, sob a luz do sol ou do luar.
Conta-se que primitivamente houve ali uma aldeia indígena, cujo chefe era Itaporama. Sua filha apaixonou-se ardentemente por um jovem da tribo. Mas este, por ser muito belo, igualmente provocou a mais acesa paixão da Mãe d´Água, que por seus encantos e poderes sobrenaturais, conquistou-o definitivamente, levando-o para o seu palácio encantado, nas profundezas do mar.
Perdendendo para sempre seu grande amor, a filha de Itaporama caiu em grande desolação. Disposta a não mais alimentar-se, foi para a beira da praia, onde se entregou, resignada, a seu martírio sentimental, chorando copiosa e interminavelmente, até morrer.
Surgiram, de suas lágrimas, duas nascentes que até hoje correm para o mar, formando o riacho em que os banhistas vão "tirar o sal do corpo", como popularmente se diz.
É o eterno pranto da filha de Itaporama por seu amado que a Iara lhe conquistou.
Fonte..: Guia de São Luis do Maranhão de Jomar Moraes
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Igrejas
IGREJA DE SÃO PANTALEÃO
Apesar de pequena e arquitetonicamente simples, a Igreja de São Pantaleão (na rua do mesmo nome, entre Cotovia e Cajazeiras) levou quase 40 anos para ser concluída. A 15 de junho de 1780, Pantaleão Rodrigues de Castro e Pedro da Cunha lançaram-lhe a pedra fundamental.
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